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domingo, 7 de maio de 2023

Docker - Comandos básicos para gerenciamento de containers


Executar um container a partir de uma imagem

 $ docker container run <nome da imagem>



Criar novo container

 $ docker container create --name <nome do container>



Renomear um container

 $ docker container rename <nome atual do container> <nome novo do container>



Remover um container do sistema

 $ docker container rm <nome do container>



Iniciar um container

 $ docker container start <nome do container>



Parar a execução de um container

 $ docker container stop <nome do container>



Reiniciar um container

 $ docker container restart <nome do container>



Visualizar os containers em execução

 $ docker container ps



Listar containers em execução

 $ docker container ls



Listar containers criados no sistema (Independente do status)

 $ docker container ls -a



Visualizar processos em execução em um container

 $ docker container top <nome do container>



Visualizar informações de configuração do container (Formato Json)

 $ docker container inspect <nome do container>



Visualizar os logs de um container

 $ docker container logs <nome do container>



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As informações contidas acima foram baseadas em documentos oficiais publicados no site da Docker Inc e obtidas através da experiência com o próprio sistema.

sábado, 6 de maio de 2023

Docker - Comandos básicos para gerenciamento de imagens


Listar imagens do sistema

 $ docker image ls



Verificar a versão de uma imagem

 $ docker image version



Visualizar informações detalhadas de uma imagem (Formato Json)

 $ docker image inspect <nome da imagem>



Baixar uma nova imagem do repositório do Docker (Docker Hub)

 $ docker image pull <nome da imagem>



Fazer o upload de uma imagem local para o repositório em nuvem (Docker Hub)

 $ docker image push <nome da imagem>

É necessário estar logado no Docker Hub para realizar essa ação.


Remover uma imagem do sistema

 $ docker image rm <nome da imagem>



Criar uma nova tag para a imagem (Versionamento)

 $ docker image tag <nome atual da imagem> <nova tag para a imagem>



Criar uma imagem a partir de um arquivo Dockerfile

 $ docker image build -t <nome da imagem> -f <nome do dockerfile>

O caminho default é PATH/Dockerfile. Caso você esteja executando o comando no mesmo diretório do Dockerfile não será necessário a indicação do caminho. Basta inserir um "." após informar o nome da imagem.

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As informações contidas acima foram baseadas em documentos oficiais publicados no site da Docker Inc e obtidas através da experiência com o próprio sistema.

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Palo Alto - Firewall - Troubleshooting de Alta Disponibilidade (High Availability)

Verificar status do serviço de alta disponibilidade
 
 > show high-availability state




Verificar informações do serviço de alta disponibilidade
 
 > show high-availability all




Verificar informações de sincronismo entre os appliances

  > show high-availability state-synchronization



Verificar informações de interface do serviço de alta disponibilidade

 > show high-availability interface [ha1 | ha1-backup | ha2 | ha2-backup]



Verificar estatísticas do control-link (HA1)

 > show high-availability control-link statistics

Links HA1 são utilizados para troca de hellos, heartbeats, informações de HA e User-ID e syncronismos do management plane e da configuração dos peers.


Verificar status do Link Monitoring

 > show high-availability link-monitoring

Link monitoring permite o acionamento do failover quando ocorre uma queda em um link ou grupo de links.


Verificar estatísticas do Path Monitoring

 > show high-availability path-monitoring

Path-monitoring verifica a conectividade de rede e o estado do link para um endereço IP ou grupo de endereços IP.


Verificar as configurações do serviço de alta disponibilidade

 # show deviceconfig high-availability



Alterar o estado HA do firewall para ativo

 > request high-availability state functional



Alterar o estado HA do firewall para passivo

 > request high-availability state suspend



Definir o estado HA do firewall peer (Firewall integrante do HA)

 > request high-availability state peer [functional | suspend]


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As informações contidas acima foram baseadas em documentos publicados pela Palo Alto Networks e obtidas através da experiência com o equipamento. Os comandos utilizados são referentes a versão PAN-OS 8.1.5.

sábado, 9 de novembro de 2019

Palo Alto - Firewall - Verificar sessões ativas no sistema

Verificar informações e estatísticas das conexões de rede
 
 > show netstat




Verificar número de sessões ativas
 
 > show resource limit session




Verificar estatísticas de sessões ativas (Packet, Throughput, TCP, UDP, ICMP)

  > show system statistics session



Verificar status de sessões ativas (Tabela de Sessão)

 > show session all



Verificar informações e estatísticas de sessão (TCP, UDP, ICMP, etc)

 > show session info



Verificar informações detalhadas de sessão (Sessão específica)

 > show session id <id da sessão>



Visualizar estatística das aplicações em uso

 > show running application statistics



Visualizar pool de NATs (Network Address Translation) ativos

 > show running ippool


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As informações contidas acima foram baseadas em documentos publicados pela Palo Alto Networks e obtidas através da experiência com o equipamento. Os comandos utilizados são referentes a versão PAN-OS 8.1.5.

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Palo Alto - Firewall - Troubleshooting de Redes

Verificar status das interfaces

 > show interface hardware



Verificar informação das interfaces

 > show interface all



Verificar endereçamento IP das interfaces

 > show interface all | match vr:



Verificar tabela ARP

 > show arp all



Visualizar pool de NATs (Network Address Translation) ativos

 > show running ippool



Verificar as configurações de NAT

 > show running nat-policy

  ou

 > show running nat-policy-addresses



Verificar informações de link aggregate

 > show lacp aggregate-ethernet
 


Visualizar tabela de roteamento (RIB)

 > show routing route



Verificar tabela FIB (Forwarding Information Base)

 > show routing fib



Verificar informações de protocolos de roteamento (BGP, OSPF, RIP)

 > show routing protocol [BGP | OSPF | RIP] summary



Verificar informações de roteamento definidas para o ECMP (Equal Cost Multiple Path)

 > show routing route ecmp yes

ECMP é um recurso de rede que permite ao firewall fazer um balanceamento de links utilizando até quatro rotas de custo igual para o mesmo destino.


Verificar informações de roteamento (Resumo)

 > show routing summary



Verificar informações de monitoramento de rotas (Path-Monitor)
 
 > show routing path-monitor




Verificar informações do BFD (Bidirectional Forwarding Detection)

 > show routing bfd summary

BFD é um protocolo que reconhece uma falha no caminho bidirecional entre dois mecanismos de encaminhamento conectados por um link. Quando o BFD detecta uma falha ele notifica o protocolo de roteamento para mudar fluxo de comunicação para um caminho alternativo.


Verificar regras de PBF (Policy-Based Forwarding) OK

 > show pbf rule all

O PBF permite que você especifique uma interface de saída para um determinado tráfego sobrescrevendo a tabela de roteamento. São utilizados parâmetros específicos como endereço IP de origem ou destino ou o tipo de tráfego.


Verificar estatísticas de sessões ativas no firewall (Packet, Throughput, TCP, UDP,ICMP)

  > show system statistics session



Verificar número de sessões ativas
 
 > show resource limit session




Verificar status de sessões ativas

 > show session all



Realizar teste de conectividade através de ping

 > ping source <endereço IP do firewall> host <endereço de destino>



Realizar teste de conectividade através de traceroute

 > traceroute source <endereço IP do firewall> host <endereço de destino>



Realizar teste de resolução DNS

 > request resolve address <URL>


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As informações contidas acima foram baseadas em documentos publicados pela Palo Alto Networks e obtidas através da experiência com o equipamento. Os comandos utilizados são referentes a versão PAN-OS 8.1.5.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Palo Alto - Firewall - Verificação de status da interface de gerência

Verificar as configurações da interface de gerência
 
 # show deviceconfig




Verificar informações da interface de gerência
 
 > show interface management




Visualizar serviços ativos na interface de gerência

  > show system services



Verificar informações definidas para a CLI

 > show cli info



Verificar timeout de sessão da CLI

 > show cli idle-timeout



Verificar permissões definidas para a CLI

 > show cli permissions



Verificar tabela ARP

 > show arp management


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As informações contidas acima foram baseadas em documentos publicados pela Palo Alto Networks e obtidas através da experiência com o equipamento. Os comandos utilizados são referentes a versão PAN-OS 8.1.5.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

Palo Alto - Firewall - Configuração da interface de gerência

Definir endereçamento IP para a interface de gerência (MGT)

 # set deviceconfig system ip-address <endereço IP> <máscara de rede>



Definir default-gateway para a interface de gerência (MGT)

 # set deviceconfig system default-gateway <endereço IP do gateway>



Definir servidor DNS para a interface de gerência (MGT)

 # set deviceconfig system dns-setting servers primary <endereço IP do DNS>



Restringir acesso a gerência do firewall

 # set deviceconfig system permitted-ip <endereço IP/máscara de rede>



Permitir acesso HTTP a interface de gerência

 # set deviceconfig system service disable-http no



Permitir acesso HTTPS a interface de gerência

 # set deviceconfig system service disable-https no



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As informações contidas acima foram baseadas em documentos publicados pela Palo Alto Networks e obtidas através da experiência com o equipamento. Os comandos utilizados são referentes a versão PAN-OS 8.1.5.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Palo Alto - Firewall - Comandos básicos para verificação de rede

Verificar status das interfaces

 > show interface hardware



Verificar informação das interfaces

 > show interface all



Verificar informação da interface de gerência

 > show interface management



Verificar informações de link aggregate

 > show lacp aggregate-ethernet
 


Verificar informações de VLAN

 > show vlan all



Visualizar tabela ARP

 > show arp all



Visualizar pool de NATs (Network Address Translation) ativos

 > show running ippool



Visualizar tabela de roteamento (RIB)

 > show routing route



Verificar tabela FIB (Forwarding Information Base)

 > show routing fib



Verificar número de sessões ativas
 
 > show resource limit session




Realizar teste de conectividade através de ping

 > ping source <endereço IP do firewall> host <endereço de destino>



Realizar teste de conectividade através de traceroute

 > traceroute source <endereço IP do firewall> host <endereço de destino>


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As informações contidas acima foram baseadas em documentos publicados pela Palo Alto Networks e obtidas através da experiência com o equipamento. Os comandos utilizados são referentes a versão PAN-OS 8.1.5.

domingo, 23 de setembro de 2018

Firewall Cisco ASA - Criação de grupo de objetos de rede (network-object-group)

Criação de um grupo de objetos de rede baseado no endereço de host

 (config)# object-group network <nome do objeto>



 (config-network-group)# network-object host <endereço IP do host>




Criação de um grupo de objetos de rede baseado no endereço de rede

 (config)# object-group network <nome do objeto>



 (config-network-group)# network-object <endereço de rede> <máscara de rede>




Criação de um grupo de objetos de rede baseado em objetos

 (config)# object-group network <nome do objeto>



 (config-network-group)# network-object object <nome do object network>

O firewall permite criar grupos de objetos de rede contendo outro objetos.Para essa configuração é necessário que os objetos de rede tenham sido criados em uma etapa anterior.



Criação de um grupo de objetos de rede baseado em outros grupo de objetos

 (config)# object-group network <nome do objeto>



 (config-network-group)# group-object <nome do object-group>

O firewall permite criar grupos de objetos de rede contendo outros grupos de objetos. Para essa configuração é necessário que os grupos de rede tenham sido criados em uma etapa anterior.


..........................................................


EXEMPLOS DE CONFIGURAÇÃO:

Criação de um object-group network com endereços de host
(config)# object-group network GRP-SERVIDORES-INFRA
(config-network-object-group)# network-object host 172.16.10.5
(config-network-object-group)# network-object host 172.16.10.15

Criação de um object-group network com endereços de rede
(config)# object-group network GRP-REDE-TI
(config-network-object-group)# network-object 10.100.4.0 255.255.255.0
(config-network-object-group)# network-object 10.100.5.0 255.255.255.0

Criação de um object-group network com objetos e grupo de objetos
(config)# object-group network GRP-REDES-USUARIOS
(config-network-object-group)# network-object object REDE-MARKETING
(config-network-object-group)# network-object object REDE-RH
(config-network-object-group)# group-object GRP-REDE-TI

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As informações contidas neste post são baseadas em documentos publicados no site da Cisco e obtidas através da experiência com o próprio equipamento. Para o exemplo mostrado foi utilizado um Firewall Cisco ASA modelo 5510 com versão de software 9.1.

sábado, 22 de setembro de 2018

Firewall Cisco ASA - Criação de objetos de rede (network-object)


Criação de um object network baseado no endereço de host

 (config)# object network <nome do objeto>

 (config-network-object)# host <endereço IP do host>



Criação de um object network baseado no endereço de rede

 (config)# object network <nome do objeto>

 (config-network-object)# subnet <endereço de rede> <máscara de rede>



Criação de um object network baseado em um range de endereços

 (config)# object network <nome do objeto>

 (config-network-object)# range <endereço IP inicial> <endereço IP final>



Criação de um object network baseado no FQDN

 (config)# object network <nome do objeto>

 (config-network-object)# fqdn <URL / FQDN>




..........................................................


EXEMPLOS:

Criação de object network baseado em hosts
(config)# object network SERVIDOR-DNS
(config-network-object)# host 172.16.10.1
!
(config)# object network SERVIDOR-DHCP
(config-network-object)# host 172.16.10.2


Criação de object network baseado em subnets
(config)# object network REDE-MARKETING
(config-network-object)# subnet 10.100.1.0 255.255.255.0
!
(config)# object network REDE-RH
(config-network-object)# subnet 10.100.2.0 255.255.255.0


Criação de object network baseado em range de IPs
(config)# object network SERVIDORES-DESENVOLVIMENTO
(config-network-object)# range 172.16.10.100 172.16.10.110
!
(config)# object network SERVIDORES-PRODUCAO
(config-network-object)# range 172.16.10.200 172.16.10.210


Criação de object network baseado em FQDN
(config)# object network Globo-com
(config-network-object)# fqdn www.globo.com
!
(config)# object network Uol-com-br
(config-network-object)# host www.uol.com.br


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As informações contidas neste post são baseadas em documentos publicados no site da Cisco e obtidas através da experiência com o próprio equipamento. Para o exemplo mostrado foi utilizado um Firewall Cisco ASA modelo 5510 com versão de software 9.1.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Firewall Cisco ASA - Captura de pacotes

Realizar captura de pacotes

 # capture <nome do arquivo> interface <nome da interface> match ip host <endereço IP de origem> host <endereço IP de destino>



Visualizar arquivo de captura

 # show capture <nome do arquivo>



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As informações contidas neste post são baseadas em documentos publicados no site da Cisco e obtidas através da experiência com o próprio equipamento. Para o exemplo mostrado foi utilizado um Firewall Cisco ASA modelo 5510 com versão de software 9.1. 

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Firewall Cisco ASA - Verificar status de conexões VPN

Verificar informações de sessões VPN

 # show vpn-sessiondb

ou

 # show vpn-sessiondb [anyconnect | l2l | ra-ikev1-ipsec | webvpn]



Verificar o status de sessões VPN Site-to-Site

 # show vpn-sessiondb l2l filter name <nome da conexão>



Verificar informações de túneis IPsec

 # show vpn-sessiondb detail l2l



Verificar o status de sessões VPN Client-to-Site (L2TP over IPsec)

 # show vpn-sessiondb ra-ikev1-ipsec filter name <nome do usuário>



Verificar o status de sessões VPN Anyconnect

 # show vpn-sessiondb anyconnect filter name <nome do usuário>



Verificar status de sessões SSL VPN

 # show vpn-sessiondb webvpn filter name <nome do usuário>



Verificar o status das SAs (Security Associations) (Fase1)

 # show crypto [ikev1 | ikev2] sa [detail]



Verificar o status das SAs (Security Associations) (Fase2)

 # show crypto ipsec sa [detail]


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As informações contidas neste post são baseadas em documentos publicados no site da Cisco e obtidas através da experiência com o próprio equipamento. Para o exemplo mostrado foi utilizado um Firewall Cisco ASA modelo 5510 com versão de software 9.1.

domingo, 28 de janeiro de 2018

Firewall Cisco ASA - Verificar configurações de VPN

Verificar configurações ativas

 # show running-configuration crypto

Esse comandos mostra todas as configurações relacionadas ao serviço de VPN. Com ele você pode visualizar as informações de IPsec, crypto maps, certificados e ISAKMP.


Verificar configurações do IKE Policy (Fase1)

 # show running-config crypto [ikev1 | ikev2]



Verificar configurações do IPsec (Fase2)

 # show running-config crypto ipsec



Verificar configurações de Group-Policy

 # show running-config group-policy



Verificar configurações de Túneis VPN

 # show running-config tunnel-group



Verificar configurações de Cypto Map

 # show running-config crypto map

ou

 # show running-config crypto dynamic-map



Verificar as configurações de access-lists

 # show running-config access-list

ou

 # show access-list  <nome da ACL>



Verificar as configurações de SSL VPN

 # show running-config webvpn


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As informações contidas neste post são baseadas em documentos publicados no site da Cisco e obtidas através da experiência com o próprio equipamento. Para o exemplo mostrado foi utilizado um Firewall Cisco ASA modelo 5510 com versão de software 9.1.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Firewall Cisco ASA - Configurando uma VPN IPsec Site-to-Site (IKEv2)

Neste post estão relacionados os comandos básicos para a criação de um túnel IPsec Site-to-Site utilizando o método de autenticação IKEv2. Nos testes realizados foram utilizados dois firewalls Cisco ASA modelo 5510 com versão de software 9.1.

Para a configuração da VPN você precisará criar um perfil de conexão onde serão definidos os parâmetros para o estabelecimento do túnel. Uma conexão VPN ocorre em duas etapas, chamadas de fase 1 e fase 2. Em cada uma delas nós indicamos os algoritmos de criptografia e hash que serão utilizados. Para a autenticação dos dispositivos nós usaremos uma chave pré-compartilhada (PSK).

ETAPAS
  1. Criação de uma IKE Policy (Definição dos parâmetros da fase 1);
  2. Habilitar a IKE Policy na interface outside;
  3. Criação do IPsec-Proposal (Definição dos parâmetros da fase 2);
  4. Criação de um Tunnel Group;
  5. Criação de uma ACL (Definição do tráfego de interesse);
  6. Configuração do Crypto Map;

......................................................

CONFIGURAÇÃO

1. Criação da IKE Policy (Fase 1)

 # crypto ikev2 policy <priority>

Na criação de uma política IKEv2 são definidos os parâmetros de criptografia, hash, autenticação, Diffie-Hellman e lifetime. Uma vez criada a política ela poderá ser utilizada em outros perfis de conexão VPN. 

Você precisará atribuir um número de prioridade para cada política. O interessante é definir um conjunto de combinações de encryption e hash e posicionar as cifras mais fortes primeiro (Menor valor de priority). No momento da negociação de uma SA os pares tentam encontrar uma configuração correspondente entre as várias políticas existentes respeitando a ordem de prioridade.



 # encryption <algoritmo de criptografia>

Você deve especificar um algoritmo de criptografia entre as opções disponíveis para a proteção dos dados.

Opções:
3des        - 3des encryption
aes         - aes-128 encryption
aes-192     - aes-192 encryption
aes-256     - aes-256 encryption
des         - des encryption




 # integrity <algoritmo de hash>

Nesse ponto é preciso especificar um algoritmo de hash que será utilizado pelos pares para garantir que as mensagens não tenham sido modificadas durante a transmissão.

Opções:
md5     - set hash md5
sha     - set hash sha1
sha256  - set hash sha256
sha384  - set hash sha384
sha512  - set hash sha512



 # group <ID do grupo Diffie-Hellman >

Você deve especificar o ID do grupo Diffie-Hellman entre as opções disponíveis. O Firewall ASA utiliza esse algoritmo para derivar as chaves de criptografia e hash. O grupo default é 2.

Opções:
1     - Diffie-Hellman group 1
2     - Diffie-Hellman group 2
5     - Diffie-Hellman group 5
14    - Diffie-Hellman group 14
19    - Diffie-Hellman group 19
20    - Diffie-Hellman group 20
21    - Diffie-Hellman group 21
24    - Diffie-Hellman group 24



 # lifetime <valor em segundos>

Você deve especificar o valor do lifetime para a Secure Association. Esse valor corresponde ao período de tempo para o uso das chaves de criptografia. Ao término desse período a chave é substituída. Se os valores definidos não forem correspondentes entre os dispositivos envolvidos, será escolhido o menor valor. O default é 86400 (24horas).


EXEMPLO
(config)# crypto ikev2 policy 1
(config-ikev2-policy)# encryption aes-256
(config-ikev2-policy)# integrity sha256
(config-ikev2-policy)# group 2
(config-ikev2-policy)# lifetime 28800



2 . Habilitar a IKE Policy na interface outside

 # crypto ikev2 enable <nome da interface outside>

O comando permite habilitar o IKEv2 na interface de saída do firewall.



3 . Criação do IPsec Proposal (Fase 2)

 # crypto ipsec ikev2 ipsec-proposal <Nome do IPsec>
 # protocol esp encryption [ 3des | aes | aes-192 | aes-256 | des ]
 # protocol esp integrity [ md5 | sha-1 ] 

O transform-set é utilizado pelos pares durante as negociações de uma associação de segurança para o estabelecimento de uma VPN IPsec. Você precisará indicar um nome para a identificação do transform set e definir os algoritmos de criptografia e hash utilizados para esse túnel. 

Abaixo estão indicadas as opções disponíveis. Ao definir essas opções elas poderão ser utilizadas em outros perfis de conexão VPN.


EXEMPLO
(config)# crypto ipsec ikev2 ipsec-proposal ESP-AES-256-SHA-256
(config-ipsec-proposal)# protocol esp encryption aes-256
(config-ipsec-proposal)# protocol esp integrity sha-1



4 . Criação de um Tunnel Group 

 # tunnel-group <endereço IP do peer> type ipsec-l2l
 # tunnel-group <endereço IP do peer> ipsec-attributes
 # ikev2 local-authentication pre-shared-key <chave compartilhada> 
 # ikev2 remote-authentication pre-shared-key <chave compartilhada>

Nessa etapa é realizada a configuração do Tunnel Group onde você informará o endereço IP do dispositivo remoto definindo o nome para a conexão e indicará a chave pré-compartilhada utilizada para o estabelecimento da VPN.



5 . Criação de uma Access-list (Classificação do tráfego de interesse)

 # access-list <nome da ACL> line <número> extended permit <protocolo> <objeto/endereço de origem> <objeto/endereço de destino>

Nessa etapa é criada uma access-list para a definição do tráfego que será encriptado no túnel VPN. No firewall ASA podem ser criados objetos e grupos de objetos para auxiliar nessa atividade. Essa access-list será vinculada a uma Crypto Map.


EXEMPLO
Objeto/Endereço de origem
(config)# object network REDE-Marketing
(config-network-object)# subnet 10.100.1.0 255.255.255.0

Objeto/Endereço de destino
(config)# object network REDE-EmpresaABC
(config-network-object)# subnet 192.168.100.0 255.255.255.0

ACL
access-list ACL_CryptoMap_1 line 1 extended permit ip object REDE-Marketing object REDE-EmpresaABC



6 . Configuração do Crypto Map

 # crypto map <Nome do Crypto Map> <número/id> set peer <endereço ip do peer>

Nessa etapa você configurará o Crypto Map, definirá um nome para ele e um ID e informará o endereço IP do par remoto.


 # crypto map <Nome do Crypto Map> <número/id> set ikev2 ipsec-proposal <Nome do transform-set>

Nesse comando você indicará o nome do perfil do ipsec transform-set configurado anteriormente (Passo 3).


 # crypto map <Nome do Crypto Map> <número/id> match address <Nome da access-list>

Aqui você indicará o nome da access-list criada anteriormente (Passo 5).


 # crypto map <Nome do Crypto Map> interface <nome da interface outside>

Nesse comando você indicará a interface de saída utilizada para o estabelecimento da VPN.


EXEMPLO
crypto map vpn_crypto_map 1 set peer <endereço ip do peer>
crypto map vpn_crypto_map 1 set ikev2 ipsec-proposal ESP-AES-256-SHA
crypto map vpn_crypto_map 1 match address ACL_CryptoMap_1
crypto map vpn_crypto_map interface outside

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As informações contidas neste post são baseadas em documentos publicados no site da Cisco e obtidas através da experiência com o próprio equipamento. Para o exemplo mostrado foram utilizados Firewalls Cisco ASA modelo 5510 com versão de software 9.1.

sábado, 13 de janeiro de 2018

Firewall Cisco ASA - Configurando uma VPN IPsec Site-to-Site (IKEv1)


Neste post foram relacionados os comandos básicos para a criação de um túnel IPsec Site-To-Site utilizando o método de autenticação IKEv1. Nos testes realizados foram utilizados dois firewalls Cisco ASA modelo 5510 com versão de software 9.1.

É bom lembrar que o IKEv1 está obsoleto e é recomendado a sua substituição pelo IKEv2 (RFC 8247). As informações contidas abaixo servem apenas para mostrar como o serviço é implementado nessa versão pois em breve irei publicar as etapas necessárias para a criação de um perfil de conexão VPN com o IKEv2.
......................................................

Para a configuração da VPN é necessário cumprir algumas etapas. Na configuração via CLI é criado um perfil de conexão onde definimos os parâmetros para o estabelecimento do túnel VPN. A conexão ocorre em duas etapas, chamadas de fase 1 e fase 2. Em cada uma delas nós indicamos os algoritmos de criptografia e hash que serão utilizados. Para a autenticação dos dispositivos nós usaremos uma chave pré-compartilhada (PSK).
ETAPAS
  1. Criação de uma IKE Policy (Definição dos parâmetros da fase 1);
  2. Habilitar a IKE Policy na interface outside;
  3. Criação do IPsec Transform (Definição dos parâmetros da fase 2);
  4. Criação de um Tunnel Group;
  5. Criação de uma ACL (Definição do tráfego de interesse);
  6. Configuração do Crypto Map;
  7. Criação de uma política de exceção de NAT (Opcional);

......................................................

CONFIGURAÇÃO

1. Criação da IKE Policy (Fase 1)
Na criação de uma política IKEv1 são definidos os parâmetros de criptografia, hash, autenticação, Diffie-Hellman e lifetime. Uma vez criada a política ela poderá ser utilizada em outros perfis de conexão VPN.


 # crypto ikev1 policy <priority>

Você precisará atribuir um número de prioridade para cada política. O interessante é definir um conjunto de combinações de encryption e hash e posicionar as cifras mais fortes primeiro (Menor valor de priority). No momento da negociação de uma SA os pares tentam encontrar uma configuração correspondente entre as várias políticas existentes respeitando a ordem de prioridade.



 # authentication pre-share

Para autenticação é possível utilizar o RSA através de certificado digital ou chave pré-compartilhada (PSK). Na opção acima está indicado apenas a opção de chave compartilhada.



 # encryption <algoritmo de criptografia>

Você deve especificar um algoritmo de criptografia entre as opções disponíveis para a proteção dos dados.

Opções:
. 3des: 3des encryption
. aes: aes-128 encryption
. aes-192: aes-192 encryption
. aes-256: aes-256 encryption
. des: des encryption



 # hash <algoritmo de hash>

Nesse ponto é preciso especificar um algoritmo de hash que será utilizado pelos pares para garantir que as mensagens não tenham sido modificadas durante a transmissão.

Opções:
. md5: set hash md5
. sha: set hash sha1



 # group <ID do grupo Diffie-Hellman >

Você deve especificar o ID do grupo Diffie-Hellman entre as opções disponíveis. O Firewall ASA utiliza esse algoritmo para derivar as chaves de criptografia e hash. O grupo default é 2.

Opções:
. 1: Diffie-Hellman group 1
. 2: Diffie-Hellman group 2
. 5: Diffie-Hellman group 5



 # lifetime <valor em segundos>

Você deve especificar o valor do lifetime para a Secure Association. Esse valor corresponde ao período de tempo para o uso das chaves de criptografia. Ao término desse período a chave é substituída. Se os valores definidos não forem correspondentes entre os dispositivos envolvidos, será escolhido o menor valor. O default é 86400 (24horas).


EXEMPLO
(config)# crypto ikev1 policy 1
(config-ikev1-policy)# encryption aes-256
(config-ikev1-policy)# hash sha
(config-ikev1-policy)# authentication pre-share
(config-ikev1-policy)# group 2
(config-ikev1-policy)# lifetime 28800



2 . Habilitar a IKE Policy na interface outside

 # crypto ikev1 enable <nome da interface outside>

O comando permite habilitar o IKEv1 na interface de saída do firewall.



3 . Criação do IPsec Transform (Fase 2)
O transform-set é utilizado pelos pares durante as negociações de uma associação de segurança para o estabelecimento de uma VPN IPsec. Você precisará indicar um nome para a identificação do transform set e definir os algoritmos de criptografia e hash utilizados para a criação do túnel.

 # crypto ipsec ikev1 transform-set <Nome do IPsec> [Opção de criptografia] [Opção de hash]


Abaixo estão indicadas as opções disponíveis. Ao definir essas opções elas poderão ser utilizadas em outros perfis de conexão VPN.

Opções de criptografia:
. esp-3des: esp 3des encryption
. esp-aes: esp aes 128 encryption
. esp-aes-192: esp aes 192 encryption
. esp-aes-256: esp aes 256 encryption
. esp-des: esp des encryption

Opções de hash:
. esp-md5-hmac: esp md5 authentication
. esp-sha-hmac: esp sha authentication


EXEMPLO
crypto ipsec ikev1 transform-set ESP-AES-256-SHA esp-aes-256 esp-sha-hmac



4 . Criação de um Tunnel Group
Nessa etapa é realizada a configuração do Tunnel Group onde você informará o endereço IP do dispositivo remoto, definirá um nome para a conexão (opcional) e indicará a chave pré-compartilhada utilizada para o estabelecimento da VPN.

 # tunnel-group <endereço IP do peer> type ipsec-l2l



 # tunnel-group <endereço IP do peer> ipsec-attributes



 # ikev1 pre-shared-key <chave compartilhada>




5. Criação de uma Access-list (Classificação do tráfego de interesse)
Nessa etapa é criada uma access-list para a definição do tráfego que será encriptado no túnel VPN. No firewall Cisco ASA podem ser criados objetos e grupos de objetos para auxiliar na identificação das redes/hosts que participarão dessa comunicação. Essa access-list será vinculada a uma Crypto Map que será configurada na próxima etapa.

 # access-list  <nome da ACL> line <número> extended permit <protocolo> <objeto/endereço de origem> <objeto/endereço de destino>



EXEMPLO
Criação de um objeto com o endereço da rede local (origem)
(config)# object network REDE-LOCAL
(config-network-object)# subnet 10.100.1.0 255.255.255.0

Criação de um objeto com o endereço da rede remota (destino)
(config)# object network REDE-REMOTA
(config-network-object)# subnet 192.168.100.0 255.255.255.0

Configuração da ACL
access-list ACL_CryptoMap_1 line 1 extended permit ip object REDE-LOCAL object REDE-REMOTA



6. Configuração do Crypto Map

 # crypto map <nome do Crypto Map> <número/id> set peer <endereço ip do peer>

Nessa etapa você configurará o Crypto Map, definirá um nome para ele e um ID e informará o endereço IP do par remoto.


 # crypto map <nome do Crypto Map> <número/id> set ikev1 transform-set <nome do transform-set>

Nesse comando você indicará o nome do perfil do ipsec transform-set configurado anteriormente (Realizado na etapa 3).


 # crypto map <nome do Crypto Map> <número/id> match address <nome da access-list>

Aqui você indicará o nome da access-list criada anteriormente (Realizado na etapa 5).


 # crypto map <nome do Crypto Map> interface <nome da interface outside>

Nesse comando você indicará a interface de saída utilizada para o estabelecimento da VPN.


EXEMPLO
crypto map vpn_crypto_map 1 set peer <endereço ip do peer>
crypto map vpn_crypto_map 1 set ikev1 transform-set ESP-AES-256-SHA
crypto map vpn_crypto_map 1 match address ACL_CryptoMap_1
crypto map vpn_crypto_map interface outside



7. Criação de uma política de exceção de NAT (Opcional)
Nessa etapa você precisará garantir que os hosts com destino a VPN preservem o seu endereço IP original. No firewall Cisco ASA isso é feito com a criação de uma política de NAT vinculando o fluxo de comunicação (indicação das interfaces de origem e destino) com os hosts/redes envolvidos.

Para a criação da política são utilizados objetos ou grupos de objetos com as informações de IP dos hosts/redes correspondentes. Você precisará criar os objetos (object network) de origem e destino e inseri-los na política de NAT.

Criação do objeto

 (config)# object network <nome do objeto>



 (config-network-object)# subnet <endereço de rede> <máscara de rede>


Criação da Política de NAT

 # nat (<interface inside>,<interface outside>) source static <objeto de origem> <objeto de origem> destination static <objeto de destino> <objeto de destino> no-proxy-arp route-lookup



EXEMPLO
Criação do objeto com o endereço da rede local
(config)# object network REDE-10-100-1-0-M24
(config-network-object)# subnet 10.100.1.0 255.255.255.0

Criação do objeto com o endereço da rede remota
(config)# object network REDE-192-168-100-0-M24
(config-network-object)# subnet 192.168.100.0 255.255.255.0

Configuração da Política de NAT
nat (inside,outside) source static REDE-10-100-1-0-M24 REDE-10-100-1-0-M24 destination static REDE-192-168-100-0-M24 REDE-192-168-100-0-M24 no-proxy-arp route-lookup

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As informações contidas neste post são baseadas em documentos publicados no site da Cisco e obtidas através da experiência com o próprio equipamento. Para o exemplo mostrado foram utilizados Firewalls Cisco ASA modelo 5510 com versão de software 9.1.

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Firewall Cisco ASA - Comandos para verificação de tráfego de rede

Neste post estão relacionados os comandos básicos para a verificação do tráfego passando através do firewall Cisco ASA.

Verificar status de interface

 # show interface



Verificar estatísticas de interface

 # show traffic



 # show interface [detail]



Verificar conexões ativas

 # show conn



Verificar NATs ativos (Tradução de endereços de rede)

 # show xlate




CAPTURA DE PACOTES

Realizar captura de pacotes

 # capture <nome do arquivo> interface <nome da interface> match ip host <endereço IP de origem> host <endereço IP de destino>



Visualizar arquivo de captura

 # show capture <nome do arquivo>



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As informações contidas neste post são baseadas em documentos publicados no site da Cisco e obtidas através da experiência com o próprio equipamento. Para o exemplo mostrado foi utilizado um Firewall Cisco ASA modelo 5510 com versão de software 9.1. 

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Firewall Cisco ASA - Verificar serviço de NAT


Verificar configurações de NAT

 # show running-config nat



Verificar NATs ativos

 # show xlate



Verificar políticas de NAT utilizadas (Hit count)

 # show nat [detail]



Verificar políticas de NAT ordenadas por interface de origem

 # show nat interface <nome da interface>



Verificar pool de NATs criados

 # show nat pool



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As informações contidas neste post são baseadas em documentos publicados no site da Cisco e obtidas através da experiência com o próprio equipamento. Para o exemplo mostrado foi utilizado um Firewall Cisco ASA modelo 5510 com versão de software 9.1.